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riscos_e_rabiscos

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Balanço do meu Natal.

Em primeiro lugar, quero dizer que este Natal não fui assombrada pelo espírito da tristeza e depressão, da angústia e da desolação. Não, desta vez passou-me ao lado. Isto não significa que, na prática, o Natal não tenha sido igual aos outros: sem dinheiro para prendas e um panorama geral igual aos anos.

Mas senti-me feliz por não sentir a angústia profunda e dilacerante que me costumava "atacar".

Como sempre, o Natal foi feito aqui em casa. Na mesa tivémos o bacalhau no forno, o borrego, o polvo e camarões. Quanto aos doces, havia sonhos, filhós, bolo de mel, mousse de chocolate caseira e o doce da minha tia (não sei o nome mas é MA-RA-VI-LHO-SO!). Ah e não faltou a tradicional dor de cabeça da minha mãe e a sua implicância com o meu pai.

Este ano não fiz a minha super árvore de Natal. Afinal estamos em tempos de crise e contenção, por isso fiz uma àrvore de Natal pequerrucha, condizente com as dificuldades que atravessamos.


(o anjo está torto mas é da foto... :P)



Também fiz o meu presépiozinho e, como sou fiel Às tradições, o jumento e o boi estão presente na cena natalícia. Conseguem vê-los? ;)



Aqui está uma foto que comprova que sou generosa e que dispensei o tampo do meu aparador - que é bem grandinho - para colocar tudo o que dizia respeito ao Natal. As prendas é que já eram...



Como o Pai Natal também tem direito a pedir um desejo, deixou-me um bilhetinho a pedir uns biscoitinhos, um chá quentinho e, se pudesse ser, uma companhia. Como os pedidos do Pai Natal são para atender, trouxe-lhe a Mãe Natal para lhe aquecer os pés... Lol! A Mãe Natal é gira que se farta, não é?





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